Estima-se que 15% das gestações terminam em aborto até o 3º mês.
Há diversas causas para o aborto e, por isso, qualquer ocorrência deve
ser investigada por um médico. Alterações como doenças sexualmente transmissíveis, poluição,
obesidade, estresse, uso de drogas, cigarros ou medicamentos podem
prejudicar a fertilidade e aumentam o risco de aborto. Estima-se que 15%
das gestações terminam em aborto até o 3º mês e isso acontece
principalmente por causa da genética. Esse problema se chama
cromossomopatia, uma alteração na sequência de DNA. O corpo aborta para
evitar que o bebê nasça com má-formação.
O risco é maior nas mulheres mais velhas, que têm células envelhecidas
que provocam alterações cromossômicas mais freqüentes. Até os 30 anos,
as chances de aborto espontâneo são de 10%; após os 40 anos, essa
porcentagem aumenta para 40%.
Há também outras causas de aborto, que são as alterações no útero, a
rejeição do embrião pela mãe ou infecções como toxoplasmose e sífilis.
Segundo um estudo publicado em uma revista médica da Europa, outra causa
do aborto é a fragmentação do DNA do espermatozóide, o que aumenta as
chances em até três vezes.
O urologista Sandro Esteves informou, no entanto, que o homem com o DNA
fragmentado pode melhorar seu espermatozóide com mudanças de
comportamento, alimentação e medicamentos. Homens com varizes ao redor
dos testículos podem recorrer à cirurgia.
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