Chegou a 18 o número de bebês
contaminados com o bacilo da tuberculose
na maternidade do hospital Madre Theodora, em Campinas, no interior paulista. O
balanço das primeiras 166 análises de crianças, que nasceram entre janeiro e
junho [2012] e que tiveram contato com o foco de transmissão [profissional da
saúde com doença ativa - Mod. RNA] do surto investigado pela Secretaria da
Saúde, indica que [pode vir a passar -
Mod. RNA] deve passar de 100 o total de recém-nascidos infectados.
Os 18 casos são uma parcial dos
exames feitos até agora, de 354 análises que serão realizadas no primeiro
grupo. Cinco dos bebês estão com a tuberculose [doença ativa primária - Mod.
RNA] e sendo tratados com 3 tipos de antibióticos por 6 meses. Os outros 13
foram contaminados com o bacilo, mas não adoeceram [infecção latente, sem
doença ativa - Mod. RNA]. "Chamamos de infecção latente, essas crianças também terão que passar por
tratamento [profilaxia - Mod. RNA] por 6 meses, mas com apenas 1 tipo de
droga", afirma a coordenadora do programa de tuberculose, da prefeitura de
Campinas, Maria Alice Satto.
Outros 3 casos não apresentaram traço [evidências microbiológicas - Mod. RNA] do bacilo, mas o quadro clínico e o histórico de saúde fizeram com que fossem pedidos exames mais detalhados para se confirmar ou descartar a tuberculose.
Outros 3 casos não apresentaram traço [evidências microbiológicas - Mod. RNA] do bacilo, mas o quadro clínico e o histórico de saúde fizeram com que fossem pedidos exames mais detalhados para se confirmar ou descartar a tuberculose.
"A incidência atual é de 7,8% e não
haverá grande variação. A maioria das crianças não teve contato direto com a
funcionária do hospital suspeita de ser ter transmitido a doença", explica
a coordenadora. A Secretaria de Saúde estima, a partir desses números, que vai
[pode, potencialmente - Mod. RNA] passar de 100 o total de crianças com
infecção latente do grupo de 1.300 analisados.
A origem da contaminação foi uma
técnica em enfermagem que trabalha no hospital, que foi diagnosticada com
tuberculose, após a notificação da vigilância, e está afastada para tratamento.
A tuberculose é uma doença
infecciosa que tem cura. Em recém-nascidos, tanto o diagnóstico como o
tratamento são mais difíceis [o tratamento, nem tanto - Mod. RNA]. É uma doença
que afeta principalmente os pulmões, transmitida pelo ar, pelas gotículas de
saliva. Bebês não são considerados transmissores da bactéria.
Faltam 188 crianças para serem
examinadas no primeiro grupo de 354, formado pelos que tiveram contato direto
com a enfermeira, informa Maria Alice. Em seguida, começarão os exames em
outros 1.000 bebês.
Para análise das crianças
nascidas nesse período [janeiro/2012 à junho/2012 - Mod. RNA] no Madre
Theodora, foi montado pela Secretaria de Saúde um protocolo de diagnóstico em
parceria com as universidades de Campinas. O documento prevê, entre outras
coisas, análise de curva de crescimento, desenvolvimento dos bebês, raio X de
tórax e testes com reagentes [PPD - Mod. RNA].
Para ver a nota da Secretaria Municipal
de Saúde de Campinas, acesse: http://www.campinas.sp.gov.br/noticias-integra.php?id=15805
Para localizar o post no
HealthMap, acesse: http://healthmap.org/promed/en?name=Campinas%2C+S%C3%A3o+Paulo%2C+Brazil&p=10166&g=3467865&v=-22.906,-47.061,5,10166
; http://healthmap.org/r/1qVV
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