quarta-feira, 24 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
26 de abril - Dia Nacional de Combate e Prevenção à Hipertensão Arterial
DATA:
26 de abril - Dia Nacional de Combate e Prevenção à Hipertensão Arterial. Instituído pela Lei nº 10.439, de 30 de abril de 2002, com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção e controle da doença.
26 de abril - Dia Nacional de Combate e Prevenção à Hipertensão Arterial. Instituído pela Lei nº 10.439, de 30 de abril de 2002, com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção e controle da doença.
DADOS ESTATÍSTICOS NO BRASIL:
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%.
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%.
Os dados fazem parte da Vigilância de
Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico
(Vigitel). O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da
Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade
de São Paulo (NUPENS/USP). Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26
capitais e no DF.
De acordo com a pesquisa, o diagnóstico
de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). “Nos dois
sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum
com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de
idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade”, explica o
Secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
O aumento se deve ao maior acesso da
população ao diagnóstico na atenção primária de saúde. E as mulheres procuram
mais o diagnóstico na atenção básica, daí uma prevalência mais significativa
entre elas.
O estudo aponta que a associação
inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população
feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem
diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas
13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade.
A variação entre as capitais é de
13,8%, em Palmas, a 29,2%, no Rio de Janeiro. Nos homens, as maiores
frequências foram observadas no Distrito Federal (28,8%), Belo Horizonte
(25,1%), e Recife (23,6%); e as menores, em Palmas (14,3%), Boa Vista (14,6%) e
Manaus (15,3%).
Entre mulheres, os maiores percentuais
foram no Rio de Janeiro (33,9%), Porto Alegre (29,5%) e João Pessoa (28,7%); e
os menores, em Palmas (13,2%), Belém (17,4%) e Distrito Federal (18,1%).
ESTRATÉGIA NACIONAL:
O Ministério da Saúde vêm implementando diversas estratégias de saúde pública, cientificamente eficazes e sustentáveis para prevenir e controlar a Hipertensão Arterial e suas complicações, através do cuidado integral a esse agravo de forma resolutiva e com qualidade; para que isso ocorra diversas ações são desenvolvidas, como:
• Formulação de Diretrizes Nacionais de Hipertensão Arterial, Diabetes Mellitus e Prevenção de Doença Cardiovascular e Doença Renal Crônica, que possuem um conjunto de ações de promoção de saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento;
• Atualização e Educação Permanente de médicos e enfermeiros da rede básica de saúde para prevenção, diagnóstico precoce e tratamento;
• Assistência Farmacêutica ampla e gratuita, que se dá por meio de repasse de recursos financeiros para todos os municípios, para aquisição de medicamentos da rede básica, de acordo com a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – RENAME. Hoje a rede Básica do SUS dispõe de todas as classes dos medicamentos necessários para o bom controle da hipertensão arterial: espironolactona, hidroclorotiazida, metildopa, metoprolol, propranolol, atenolol, anlodipino, captopril, enalapril, losartan.
A ampliação do acesso a esses medicamentos se deu de forma muito ampla a partir do programa do governo Federal “Farmácia Popular”, criado em 2004 com unidades próprias e ampliado em 2006 com o “Aqui Tem Farmácia Popular”, que inclui a rede privada e com sistema de co-pagamento com descontos de até 90% sobre o preço padrão;
• Incentivo a implementação do Sistema Informatizado de Gestão Clínica de Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus da Atenção Básica. O SIS-Hiperdia é um sistema nacional de cadastro e monitoramento de Hipertensos e Diabéticos atendidos na rede básica do SUS. Hoje o sistema tem aproximadamente 08 milhões de cadastrados;
• Ampliação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), para reforçar as ações de prevenção dos fatores de risco para os hipertensos e suas famílias e, principalmente, a adesão ao tratamento, que é o maior problema no controle da hipertensão. Hoje já existem 1.320 NASF em funcionamento no país;
• Priorização e financiamento de pesquisas visando qualificar o cuidado e suprir lacunas de conhecimento na atenção a esse agravo no Brasil. Essa estratégia se dá por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos.
Todas as ações são pactuadas, financiadas e executadas pelos gestores dos três níveis de governo. – federal, estadual e municipal. As ações de assistência são na grande maioria executadas nos municípios, sobretudo na rede básica de saúde.
O Ministério da Saúde vêm implementando diversas estratégias de saúde pública, cientificamente eficazes e sustentáveis para prevenir e controlar a Hipertensão Arterial e suas complicações, através do cuidado integral a esse agravo de forma resolutiva e com qualidade; para que isso ocorra diversas ações são desenvolvidas, como:
• Formulação de Diretrizes Nacionais de Hipertensão Arterial, Diabetes Mellitus e Prevenção de Doença Cardiovascular e Doença Renal Crônica, que possuem um conjunto de ações de promoção de saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento;
• Atualização e Educação Permanente de médicos e enfermeiros da rede básica de saúde para prevenção, diagnóstico precoce e tratamento;
• Assistência Farmacêutica ampla e gratuita, que se dá por meio de repasse de recursos financeiros para todos os municípios, para aquisição de medicamentos da rede básica, de acordo com a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – RENAME. Hoje a rede Básica do SUS dispõe de todas as classes dos medicamentos necessários para o bom controle da hipertensão arterial: espironolactona, hidroclorotiazida, metildopa, metoprolol, propranolol, atenolol, anlodipino, captopril, enalapril, losartan.
A ampliação do acesso a esses medicamentos se deu de forma muito ampla a partir do programa do governo Federal “Farmácia Popular”, criado em 2004 com unidades próprias e ampliado em 2006 com o “Aqui Tem Farmácia Popular”, que inclui a rede privada e com sistema de co-pagamento com descontos de até 90% sobre o preço padrão;
• Incentivo a implementação do Sistema Informatizado de Gestão Clínica de Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus da Atenção Básica. O SIS-Hiperdia é um sistema nacional de cadastro e monitoramento de Hipertensos e Diabéticos atendidos na rede básica do SUS. Hoje o sistema tem aproximadamente 08 milhões de cadastrados;
• Ampliação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), para reforçar as ações de prevenção dos fatores de risco para os hipertensos e suas famílias e, principalmente, a adesão ao tratamento, que é o maior problema no controle da hipertensão. Hoje já existem 1.320 NASF em funcionamento no país;
• Priorização e financiamento de pesquisas visando qualificar o cuidado e suprir lacunas de conhecimento na atenção a esse agravo no Brasil. Essa estratégia se dá por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos.
Todas as ações são pactuadas, financiadas e executadas pelos gestores dos três níveis de governo. – federal, estadual e municipal. As ações de assistência são na grande maioria executadas nos municípios, sobretudo na rede básica de saúde.
POLÍTICA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE:
Tem como uma das prioridades o Estímulo a Atividade Física e o Programa Saúde na Escola cujo objetivo é prevenir e promover saúde dos escolares, por meio de avaliações do estado nutricional, incidência precoce de hipertensão e diabetes, controle de cárie, acuidade visual e auditiva e também psicológica. O Programa vai avaliar as condições de saúde dos escolares, ações de promoção da saúde e prevenção de agravos e de educação permanente e capacitação dos profissionais e de jovens e monitoramento e avaliação da saúde dos estudantes. Um dos principais componentes é a segurança alimentar e promoção da alimentação saudável e a promoção das práticas corporais e atividade física, fatores essenciais para uma prevenção primária da Hipertensão.
Tem como uma das prioridades o Estímulo a Atividade Física e o Programa Saúde na Escola cujo objetivo é prevenir e promover saúde dos escolares, por meio de avaliações do estado nutricional, incidência precoce de hipertensão e diabetes, controle de cárie, acuidade visual e auditiva e também psicológica. O Programa vai avaliar as condições de saúde dos escolares, ações de promoção da saúde e prevenção de agravos e de educação permanente e capacitação dos profissionais e de jovens e monitoramento e avaliação da saúde dos estudantes. Um dos principais componentes é a segurança alimentar e promoção da alimentação saudável e a promoção das práticas corporais e atividade física, fatores essenciais para uma prevenção primária da Hipertensão.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Alimentação: gordura de origem vegetal faz bem à saúde
Por: Blog da Saúde
Nem toda gordura faz mal à saúde. Existem gorduras saudáveis conhecidas como insaturadas que fortalecem o sistema imunológico e ajudam a prevenir doenças como infarto e derrame, por exemplo. A coordenadora geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, explica que a maioria das gorduras insaturadas pode ser encontrada em alimentos de origem vegetal: “A exemplo dos óleos como o óleo de soja, milho e girassol, e de algumas frutas como abacate, do azeite e das oleaginosas que são as castanhas, amêndoas, nozes e amendoim.”
A jornalista Cristiane Galvão sempre se alimentou bem. Ela conta que inclui diariamente no cardápio alimentos ricos em gorduras saudáveis: “Eu evito comer carne vermelha, de manhã eu sempre faço uma vitamina com castanha de caju, malho bastante, tenho realmente essa escolha, os meus alimentos são todos com azeite, quando eu faço em casa eu procuro até usar o azeite cru. Você sente uma melhora na pele, a pele fica mais bonita, você tem menos acne, a gordura abdominal também fica mais reduzida.”
Carne, leite integral e queijo amarelo são alguns alimentos ricos em gorduras que fazem mal para o organismo. De acordo com o Ministério da Saúde, essas gorduras podem causar infarto, acidente vascular cerebral e câncer, caso sejam consumidas em excesso. O Ministério da Saúde disponibilizou um guia com todas as informações sobre alimentação saudável.
Nem toda gordura faz mal à saúde. Existem gorduras saudáveis conhecidas como insaturadas que fortalecem o sistema imunológico e ajudam a prevenir doenças como infarto e derrame, por exemplo. A coordenadora geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, explica que a maioria das gorduras insaturadas pode ser encontrada em alimentos de origem vegetal: “A exemplo dos óleos como o óleo de soja, milho e girassol, e de algumas frutas como abacate, do azeite e das oleaginosas que são as castanhas, amêndoas, nozes e amendoim.”
A jornalista Cristiane Galvão sempre se alimentou bem. Ela conta que inclui diariamente no cardápio alimentos ricos em gorduras saudáveis: “Eu evito comer carne vermelha, de manhã eu sempre faço uma vitamina com castanha de caju, malho bastante, tenho realmente essa escolha, os meus alimentos são todos com azeite, quando eu faço em casa eu procuro até usar o azeite cru. Você sente uma melhora na pele, a pele fica mais bonita, você tem menos acne, a gordura abdominal também fica mais reduzida.”
Carne, leite integral e queijo amarelo são alguns alimentos ricos em gorduras que fazem mal para o organismo. De acordo com o Ministério da Saúde, essas gorduras podem causar infarto, acidente vascular cerebral e câncer, caso sejam consumidas em excesso. O Ministério da Saúde disponibilizou um guia com todas as informações sobre alimentação saudável.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
UTI de maternidade fechada no DF recebeu bebê mesmo após 7ª morte
Transferência aumentaria os riscos de uma nova morte, disse secretário.
Maternidade de Ceilândia é a maior do DF e faz 20 partos por mês.
Mesmo após a morte do sétimo bebê em 18 dias, a UTI neonatal do Hospital Regional de Ceilândia recebeu outro recém-nascido na manhã deste sábado (13). A Secretaria de Saúde do Distrito Federal anunciou o fechamento da maternidade como "medida preventiva". As causas da morte da criança ainda não foram identificadas - a pasta não descartou a possibilidade de infecção por Serratia.
Segundo o secretário-adjunto, Elias Miziara, o bebê foi internado mesmo após a morte da outra criança e a interdição da maternidade por ter "chance de sobrevida pequena" se fosse transportado para outro local. "Sempre aumenta enormemente o risco para ele [se ele for transferido, em vez de ficar no hospital]", disse.
Miziara informou ainda que os bebês atualmente internados na unidade - 11 na enfermaria e oito na UTI - não serão transferidos para prevenir novos contágios. "Poderia representar um risco para outras unidades", disse.
Na manhã deste sábado a secretaria solicitou que bombeiros e Samu não encaminhem mais mães ao hospital. A maternidade é a maior do DF e realiza cerca de 20 partos por dia.
Dos 56 leitos disponíveis na enfermaria, 11 estavam ocupados neste sábado. Todas as oito vagas na UTI neo-natal também tinham bebês internados. Destes, a Secretaria informou que dois também estão contaminados pela bactéria Serratia, mas em quadro controlado;um está sob investigação e os outros cinco enfrentam outros problemas.
A pasta informou que vai trocar antibióticos e materiais de limpeza para auxiliar na higienização da unidade. Não há previsão para que todas as crianças internadas recebam alta nem para a a desinterdição da maternidade.
"Nós ainda não sabemos exatamente se há um foco [provocando infecções por bactéria], nem onde está esse foco", explicou o secretário. "É possível até que a situação esteja controlada, mas estamos adotando uma conduta preventiva."
Interdição
A Secretaria de Saúde decidiu fechar a maternidade do hospital na manhã deste sábado depois que mais um bebê morreu na UTI neonatal. Foram sete casos no período de 18 dias. De acordo com a pasta, a média costuma ser de cinco mortes por mês.
A Secretaria de Saúde decidiu fechar a maternidade do hospital na manhã deste sábado depois que mais um bebê morreu na UTI neonatal. Foram sete casos no período de 18 dias. De acordo com a pasta, a média costuma ser de cinco mortes por mês.
Dos sete bebês, dois foram mortos por infecção da bactéria Serratia. Outros dois morreram por problemas gástrico e cardíaco, sem ligação com a bactéria. As mortes das outras três crianças, incluindo a que morreu neste sábado, ainda estão sendo investigadas.
"Um sinal de alerta surge quando você vê uma criança que, ao que tudo indica, irá bem, e aí acontece um evento como esse [morte]", disse o secretário-adjunto.
A transmissão da bactéria ocorre principalmente por causa da falta de higiene nas mãos. A Serratia causa diminuição das plaquetas no sangue, que é responsável pela coagulação. Pacientes com baixa quantidade de plaquetas estão mais suscetíveis a anemias e hemorragias.
sábado, 13 de abril de 2013
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