segunda-feira, 23 de março de 2015

21 de março - Dia Internacional da Síndrome de Down



A presença de um terceiro cromossomo 21 no DNA, que traz as informações genéticas, caracteriza a Síndrome de Down, condição que pode gerar déficits no desenvolvimento intelectual, especificamente, nos atrasos no campo da aquisição da linguagem, da cognição e comunicação, no desenvolvimento motor e na estatura, relacionados ao crescimento e ganho de peso. A hipotonia muscular (uma das características da síndrome) pode levar a um atraso no desenvolvimento das competências motoras de crianças com Síndrome de Down, tais como sustentar a cabeça, rolar, sentar, engatinhar, andar e correr. Hoje, dia 21 do mês 3, é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down, que faz alusão à trissomia do cromossomo 21. A data tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a questão da inclusão e discutir alternativas para aumentar a visibilidade social das pessoas com Síndrome de Down. De acordo com o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 45 milhões de pessoas possuem alguma deficiência física ou mental no Brasil. Destas, estima-se que 300 mil tenham Síndrome de Down, que ocorre com uma prevalência de 1 para cada 600 nascimentos aproximadamente. A agente de polícia, Giordana Garcia, é mãe do Théo, de 10 meses, que tem Síndrome de Down, e do Breno, de sete anos. Ela acredita que a data é uma oportunidade dos pais estimularem os filhos a tratarem crianças diferentes com o mesmo respeito. “É importante a divulgação do Dia Internacional da Síndrome de Down, porque muitas pessoas ainda veem como pessoas que são diferentes, que são incapazes e não podem ser incluídas no meio social. E isso está equivocado, principalmente nos dias de hoje, que as crianças têm estímulos e tantas novidades que não existiam antes, que elas podem sim viver de forma normal, inclusive em escolas. Eu acho importante a inclusão das crianças com Síndrome de Down em escolas regulares e a informação dos outros pais para os filhos, para que as crianças saibam conviver com uma criança diferente e não cometam bulliyng”, defende.

Fonte: Blog da Saúde - Ministério da Saúde/MS - 2015.

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